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Palácio de Fronteira

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No dia 28 de Maio último visitamos este Palácio e os magníficos jardins que o envolvem.

Deste conjunto, pertencente à Fundação das Casas de Fronteira e Alorna e hoje classificado como Monumento Nacional, destacaremos a sua beleza e harmonia, e o riquíssimo património que guarda, nomeadamente no que respeita à história da azulejaria em Portugal.

Mandado construir no séc. XVII por D. João de Mascarenhas, 1º Marquês de Fronteira, numa sua quinta de recreio em Benfica, foi inicialmente um Pavilhão de Caça que a Família usava como residência de verão pela frescura que os seus jardins, tanques e fontes lhe conferiam.

Após o terramoto de 1755, que afastou de Lisboa muitas famílias da aristocracia, o Palácio foi alvo de ampliação e melhoramentos, de que se destacam condições de aquecimento para o inverno e, sobretudo, as belíssimas decorações barrocas de estuques e a notável riqueza de painéis de azulejaria portuguesa e holandesa que revestiram salas, corredores, escadarias e também terraços e galerias exteriores como o” Terraço das Artes Liberais” ou a “Galeria dos Reis” que exibe peças de estatuária representativa dos Monarcas Portugueses e das mais notáveis figuras da Família dos Marqueses de Fronteira

O Palácio, agora ampliado, passa a ser residência permanente da Família e ainda hoje uma ala é habitada pelo 12º Marquês de Fronteira.

Da visita que fizemos destaco apenas para não alongar o relato, a Biblioteca com um acervo de cinco mil livros, instalada numa varanda envidraçada sobre o “jardim de aparato”, geométrico de influência francesa e a” Sala das Vitórias” ou” Sala das Batalhas” revestida de painéis de azulejos que retratam a história do 2º Conde da Torre, 1º Marquês de Fronteira, herói da Guerra da Restauração.

E para terminar dizer do bem que nos fazem estes passeios em tarde de verão e em tão boa companhia!

Passeio a Coimbra - dia 15 de Maio

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“ Fomos nada mais nada menos que a Coimbra. E quanto vimos e ouvimos vamos relatar”.

As mais activas (4) foram no comboio – Alfa Pendular- das 8 da manhã e rumaram a St. Clara a Velha, visitaram o Convento, o Museu, os Claustros, a Horta, a Igreja, enfim, tudo o que se apresentava tentador para o turista matutino naquela margem do Mondego…

Impressionadas e deslumbradas ainda tiveram fôlego para subir a pé, pelo quebra-costas, até ao alto da Universidade, onde o resto do grupo as aguardava pacificamente sentadas numa sombra tentadora, porque o sol de Coimbra teimava em aquecer…

Era meio-dia quando as dez princesas do Rainha se encontraram, no Pátio da Universidade, com muitos beijinhos abraços e outras expressões de sentida e genuína alegria.

Foi o momento solene da foto da família na escadaria tendo como pano de fundo a Torre.

Dado o avançado da hora, havia que fazer juz ao aparelho digestivo e o Buffet do Museu Machado de Castro esperava por nós. Nada de dar muita importância à papila, QB, como mandam os arautos da elegância, porque “outros valores mais altos se alevantavam…”

Visita especialmente guiada para professoras, simplesmente deslumbrante foi tudo o que ouvimos, vimos e recordámos. Valeu a pena, o restauro do Museu está um primor!

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